Exaustão Invisível
- Waleska Frota

- 17 de jun. de 2025
- 1 min de leitura
Atualizado: 17 de jun. de 2025

Vivemos na era da mulher multitarefa. Ela cuida da casa, dos filhos, estuda, trabalha, se forma, lidera, ministra e ainda sorri. Mas por trás de cada “estou bem” há, muitas vezes, uma alma sobrecarregada, emocionalmente cansada e espiritualmente esgotada.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) já alertava: as mulheres são as mais afetadas pela ansiedade e pela depressão no mundo — especialmente aquelas que acumulam funções sociais, domésticas e profissionais. Em 2025, esse quadro se agravou ainda mais com as crises ambientais, a insegurança econômica e os conflitos globais, como a guerra no Oriente Médio.
“Para tudo há uma ocasião, e um tempo para cada propósito debaixo do céu.”
(Eclesiastes 3:1)
Mas onde está o tempo da mulher?
Onde ela descansa sem culpa?
Onde pode chorar sem ser chamada de fraca?
Onde sua dor é acolhida e não julgada?
Precisamos falar sobre o cansaço invisível que adoece em silêncio. A exaustão que mina a fé, sabota a missão e esvazia a esperança. Não se trata de fraqueza, mas de humanidade. A mulher precisa de pausas que renovem, de espaços que acolham e de fé que restaure.
Que este seja um chamado coletivo — um clamor por descanso, cura e dignidade. Porque cuidar de si também é um ato de coragem e espiritualidade.
Por Waleska Frota - Presidenta do Instituto Força Feminina
Ajuda para correção e melhoria de texto: ChatGPT





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